BitchyList
quinta-feira, 8 de maio de 2008
OOOOOOOOOOOOOOI
MADONNA NO BRASIL ATÉ DEZEMBRO!!!!!!!!!!1
OH GZUIZ MORI!!
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Catfight

"ui madonne vose ta acabade! relasha vamos migrate" "uhg... fuck off mocreiah! you don't have my name!"
É engraçado porque essa briga é velha pra caramba. Na mesma época do lançamento do Confessions On A Dance Floor, Mariah lançou o álbum que a trouxe de volta para os braços da crítica e público [geral, fãs não contam], The Emancipation Of Mimi. Em 2008 Mariah tenta manter seu status de rainha da America com E=MC², enquanto Madge [aparentemente] tenta com Hard Candy o que Mimi fez para Mariah há 3 anos. Antes mesmo do lançamento dos dois álbuns, a guerra já estava declarada na mídia; mesmo que nenhuma das duas oficialmente declarem-se inimigas [com certeza ambas já se acham velhas e estabilizadas demais para essas questões].
Num passado usual eu simplesmente diria "foda-se... é claro que Madonna é melhor," mas hoje as coisas são diferentes, considerando que ambos meu fanatismo pela senhora Ciccone-Ritchie e desgosto por Carey diminuiram. Dias antes de finalmente escutar HC eu estava viciado e adorando a fórmula nonsense de Mariah; e mesmo sem me importar com as bobajadas da mídia sobre as duas, eu mesmo já instalava uma disputa interna sobre qual das duas faria o melhor álbum Urban-driven da temporada.
Por que Mocreiah?O grande êxito de Mariah Carey para mim esse ano foi conseguir quebrar o gelo que impunha contra ela. Obviamente condenei Touch My Body sem ao menos a ter tentado; mas aí depois eu simplesmente me apaixonei pelo jeito brega de ser que Mariah impõe perfeitamente. O melhor disso é que ela age como se não fosse! Mas essa falta de semancol é uma das marcas mais fortes e saborosas da Black Music americana. Existe coisa mais brega que bling-blings, uniformes de hockey com bonés-de-lado e calça jeans-cachorrona com scarpin? Mas, cara, é o jeito deles! e o fato de eles o abraçarem assim é louvável.
Mariah Carey é uma das personificações disso tudo. A Rolling Stone diz que ela abraça seus extremos como ninguém: "Ela está sempre quebrando no R&B-hop ou cantando baladas melosas, falando sacanagem ou se abraçando com uma Hello Kitty. Seu décimo álbum não é diferente: começa numa boite e termina numa igreja."
No fundo eu admiro pessoas assim. Quem se importa se ela tem a profundidade de uma bacia? O legal é que é divertido.
Por que Mandonna?
Simplesmente porque nem quando eu decido odiá-la eu consigo. Hard Candy é o melhor exemplo de que as primeiras impressões nem sempre são as melhores. Qualquer Madge-maníaco com [pseudo] inteligência e senso crítico abre logo a boca para gritar que esse álbum é extremamente inferior a qualquer um dos anteriores. Mas basta audições atenciosas a não só as letras, mas especialmente aos arranjos que a prepotência é mais sua que de Madonna.
O que quero dizer é o seguinte: as letras de Hard Candy são ótimas! São todas introspectivas e na maior parte muito bem trabalhadas, mas acima de tudo são despretenciosas. Lendo críticas percebi que a única letra mais politizada do álbum é 4 Minutes, ainda assim sendo muito sutil. Madonna não estar querendo salvar as pessoas do inferno com suas letras é ótimo. Nós fãs, claro, adoramos quando ela diz para nos fodermos e depois fala "put away your past/love will never last/if you're holding on to a dream that's gone"; mas nem todos, na verdade, a maioria das pessoas não dá a mínima para isso.
Em Candy é como se ela se apresentasse para agradar; mas do jeito de Madonna. Ela sabe que a gente vai chupar qualquer coisa que ela coloque em nossa boca mesmo - não por estupidez, mas porque o doce dela é sempre doce! Dessa forma, eu retiro o que disse em minha crítica de que a maior falha de Hard Candy é ter menos Madonna que o usual. Provavelmente essa é a melhor qualidade do álbum, pois como nas posições de Yoga que ela habitualmente faz nas coreografias de seus shows, ela mostra o quanto é flexível. Apesar de ter Timbal, Justin e Pharrell muito forte em Hard Candy, todos eles estão ali para e por Madonna.
Doce X Física
Qual dos dois você escolheria? Eu sei bem qual eu escolheria sem pestanejar. Contudo no caso desse doce e dessa aula de física, não fica tão fácil.
E=MC² é um típico exemplar de seu estilo, enquanto Hard Candy é uma fusão inovadora das batidas do Urban Pop com as eleutrias do Dance. Tente escutar as músicas do novo álbum da Material Girl com minúcia e você vai ouvir uma série de detalhes quase psicodélicos. Por isso então eu fico com a resposta óbvia e escolho Doce. Como ela mesma disse, é um doce difícil de morder, mas hora ou outra você acaba engolindo e gostando.
Conclusão
No fim da história, os dois álbuns são provas cabais de que sem preconceito você vai longe. O de Mariah tem a qualidade de abrir portas para o R&B, por sua despretensão diante de sua importância, ou falta de importância. Nem A Emancipação nem essa paródia de Einstein são álbuns que serão lembrados por mais que sua importância comercial devido à sapiência de se dar o que se está querendo [Mariah tem sido muito melhor nisso que Madonna, factum], mas há qualidade por trás da Billboard? Hell yeh! E Mariah tá no meio.
Quanto a Madonna, talvez o melhor de Hard Candy é que não há nenhuma reinvenção bombástica nele. Confessions tinha a massificação mundial do Euro-pop, mas por ela ter escolhido de alguma forma dividir seu holofote com vários outros, talvez essa seja a melhor [auto] reinvenção, afinal, dividir seu momentum com outrem não é o que Madonna costuma fazer. Em Candy ela faz isso, tão bem que no fim do dia é ELA que você não consegue tirar da cabeça.
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Finally!! Finally!! Finally!!
E arrasando as ondas electro-pop e as passarelas de moda do Verão Nortista e do Inverno Sulista: Annie!
Me apaixonei por ela mais ou menos dois anos atraz, quando me toquei que seu álbum era um peça de simples e puro prazer, ignorando os haters que pensam que é preciso uma voz para cantar [e vocês sabem o que eu quero dizer!]. E no momento em que comecei a sentir mais falta dela, descubro que ela está voltando!
I Know UR Girlfriend Hates Me é uma adorável canção Pop, que deveria ser ignorada se cantada por [digamos] Britney Spears, Gwen Stefani ou até mesmo Shakira. Elas provavelmente dariam à canção uma qualidade de puta, mas é bem a persona quase invisível de Annie que faz suas músicas tão atraentes. É como se você tentasse imaginar qualquer outra cantando suas canções, mas ninguém mais que Annie passasse por sua mente.
E pra superar tudo, que porra é esse vídeo?!?! Um revival de Os Guarda-Chuvas Do Amor? Tipo, essas combinações de cenário/figurino são geniais! Quando a parte amarela passou eu caí da cadeira e quis chorar com tamanha perfeição!
É uma pena que ela não seja mais conhecida, mas também não é! Um status de celebridade provavelmente a tornaria menos rara e preciosa.
[Musique: Me Plus One - Annie]
terça-feira, 22 de abril de 2008
Doce Casual
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Baque
“A morte não é tudo. Não é o final. Eu apenas passei para a sala seguinte. Nada aconteceu. Tudo permanece exatamente como foi. Eu sou eu, você é você, e a antiga vida que vivemos tão maravilhosamente juntos permanece intocada, imutável. O que quer que tenhamos sido um para o outro, ainda somos. Chame-me pelo antigo apelido familiar. Fale de mim da maneira que sempre fez. Não mude o tom. Não use nenhum ar solene ou de dor. Ria como sempre fizemos das piadas que desfrutamos juntos. Brinque, sorria, pense em mim, reze por mim. Deixe que o meu nome seja uma palavra comum em casa, como foi. Faça com que seja falado sem esforço, sem fantasma ou sombra. A vida continua a ter o significado que sempre teve. Existe uma continuidade absoluta e inquebrável. O que é esta morte senão um acidente desprezível? Porque ficarei esquecido se estiver fora do alcance da visão? Estou simplesmente à sua espera, como num intervalo, bem próximo, na outra esquina. Está tudo bem!”
quinta-feira, 17 de abril de 2008
quarta-feira, 16 de abril de 2008
"Yeah, Yeah, Yeah!!!!!!!!!"
Pegando a onda das comparações, porque é isso que tão fazendo por aí e eu não to afim de fazer o saliente, Rockferry [esse é o nome do álbum da galeguinha - galega mesmo, do País de Gales bandigays!] é praticamente composto por baladas cinquentistas, evocando uma doçura à la Supremes, ou Carpenters, ou Dusty Springfield. De repente eu já estou aqui ouvindo-o pela terceira vez seguida! Se eu chegar a completar uma audição do Back To Black sem querer morrer de tédio lá pela sexta música, já é um grande feito!"From The Camburão To The Cadeia, We Migrate!"
Eu geralmente ignoro Mariah Carey. Menos os peitos, os peitos são inignoráveis rs! Mas já que ela é a queridinha da America forever e o Brasil tem mais viado do que eu próprio gosto de admitir, é praticamente impossível não ouvir nada dessa bisca, especialmente quando ela lança coisa nova.Morri de rir quando soube o nome do álbum. Que pora eh E=MC²? Duh eu sei que é coisa daquele homem que gosta de pôr a língua pra fora nas fotos, mas desde quando Mocreiah [com todo o respeito] curte física? Mas seja lá que merda isso signifique [eu sei o que é, mas whatevah], eu resolvi baixar a bagaça pra pelo menos poder xingar com classe.
"beinhê sou brega mas gostosa! bEIjos!"
Touch My Body parece embromation mas a música até que é gosotosinha? E quer saber a pior? A porqueira do álbum é massa! Melhor que o Masturbation Emancipation Of Mimi que tem hits memoráveis mas parecia o samba do crioulo doido sem coesão alguma. Já esse aqui, apesar de ter músicas meh como todo álbum de Miss Carey, tem músicas mais condizentes com todo o clima do álbum. E a maioria é cantável e rebolável, o que é um mega must; afinal, quem precisa de Mariah Carey para tratados filosóficos e fórmulas de física?
Rs brinks!
[Musique: Migrate - Mariah Carey featuring T-Pain]
terça-feira, 15 de abril de 2008
"Ohhh Ohhhh Ohhhh"
Reflita minia gents!
Olia só a afinação da molier! E até parece que ela não tá fazendo nada demais!
Quantos anos ela tem mesmo? 25 né? Perfecta!
E essa baixista hein? Linda demais!
Mori...
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Corrão!! Wanderlust + Álcool...
Ahh Itacaré! Pedaço de inferno no meio do litoral! Quente pra caralho, mas "quanto mais quente melhor". Parada no tempo, onde as músicas de 5 milhões de anos atrás tocam como se fossem lançamentos: "eu só quero é ser feliz, andar tranquilamente na favela onde eu nasci..."
Lá pelas seis da matina chegamos em Ilhéus, paramos numa padaria de aparente bom gosto [nota mental: aparência sucks!], a bebedeira já havia passado e nos demos conta:
Lá nos hospeda-ríamos em qualquer lugar desde que houvesse ar-condicionado no quarto; apesar do calor conquistense, nós dos planaltos não estamos muito bem acostumados ao calor das planícies, especialmente as litorâneas. E a primeira coisa a ser feita após instalados era dormir. Antes de pegar no sono eu já pensava que aquela era a soneca mais extravagante da minha vida, e rir da situação toda era o mínimo e máximo a ser feito, afinal a cagada já estava feita. rs.[Musique: The Build Up - Kings Of Convenience and Feist]




