"...who'd have known, when you flash upon my phone i no longer feel alone"

- Lily Allen

BitchyList

sábado, 17 de maio de 2008

Isso É Porque¹

Revisitando o passado, vim a assistir essa perfeição! ¹Isso é porque eu amo Madonna até a morte - ninguém sabe dar show que nem ela:

Para uma visão geral:

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Top 5: Electro-Indienization

Indie Yes! Entediante Jamais!

Depois de toda a onde Indie Rock que tive, senti falta do bom e velho dancefloor; então, seguindo o caminho de Saint Etienne que me derrubou com suas maravilhosas batidas House, acabei encontrando mais nomes da cena. Aqui e abaixo 5 atos que estão mexendo meu mundo e corpo.


Menções Honrosas:

- Give It 2 Me [de Madonna]. Tem nada de Indie e de cara é R&B, mas preste atenção em suas loucas variações e perceberá um excitante momento Dance, como Madonna não fazia há muuuuuuito muito tempo.

- Like A Drug [de Kylie Minogue]. Não é surpresa que minhas divas Dance favoritas estariam aqui. No momento, elas são as únicas coisas não-Indie que tenho escutado, e "Like A Drug" com sua poderosa intro e massivamente envolvente sintetizadores "got me hooked, getting me on the floor."


Top 5:

[5] Helpless Fool For Love [de Annie]. Miss Annie é sempre uma favorita. Já falei um pouco dela aqui e no Life's a Bitch, e já foi também a música de vários posts - e agora, quando me [re]conecto com a cena new rave relembro e re-escuto seus simples-mas-lindo álbum debut - Anniemal. "Helpless Fool" é uma excitante faixa mid-tempo que tem uma batida ótima sincronizada com a letra obsessiva. Mas aviso: se você não realmente ama Electro-Dance, nem tente Annie.

[4] Je Veux Te Voi [de Yelle]. Tem o Bonde do Rolê, que tá bombando the planet com seu [ainda mais] irreverente approach do Favela Funk. Yelle é a gringa mais próxima do que é o Funk Carioca. Ela, contudo, tem batidas e produção mais elaboradas/eletrificadas, mais as letras e o jeito de cantar mais ligado no Hip-Hop do que no Proibidão. "Je Veux Te Voi" pode soar irritante para os não-amantes do estilo, mas para aqueles que adoram canções safadas e tesão, Yelle é um doce.



[3] A Cause Des Garçons (TEPR Remix) [de Yelle]. Tenho esse novo sonho de dancefloor [rizo] que é dançar essa música como esses caras. Tecktonik é o tesão da tapioca agora. E ei, não fique surpreso se Madonna enfiá-lo em sua turnê Sticky & Sweet [combinaria perfeitamente com "Give It 2 Me"]!



[2] Cry Baby [de Róisín Murphy]. Uns amigos disseram para baixá-la, baixei, mas demorei litrus pra finalmente tentá-la. Stupid stupid Lucas!! Sempre atrasando o que é bom para ele! Ainda estou viciado em cada música de seus dois álbuns solo, tanto que não sei qual escolher, mas Cry Baby [que tem uma incrível batida que lembra um pouco do muito imitado clássico de Donna Summer, I Feel Love, porém bem mais up-tempo e uma atmosfera capaz de te chutar e botar pra dançar] era a que estava tocando quando comecei a escrever essa posição, então aí vai.



[1] Sing It Back [de Moloko]. Quando contei a um amigo que estava apx por Murphy mas não conhecia nada de Moloko, ele se sentiu ofendido. Então ele me mandou alguns vídeos e entendi porque. ELES SÃO PURA PERFEIÇÃO!! Com um som mais orgânico que o habitual da música Electro-Dance, suas canções tinham mais instrumentos ao vivo que outras bandas - algo como o que faz Saint Etienne. Essa performance abaixo é a que abalou bangu; a persona, presença e beleza de Róisín são de tirar o fôlego!!! Todo vocalista wannabe deveria sonhar em ser quão energética e chic.


sábado, 10 de maio de 2008

Momentos Cruciais

Quando você sabe que precisa de uma reforma de estilo de vida?
- Quando você acorda no meio da noite tendo flashbacks de problemas de saúde, que não tinha há séculos, como: crise de ininterruptos espirros por +- meia-hora.
Quando você sabe que REALMENTE precisa dessa reforma?
- Quando seu cérebro automaticamente culpa o pate au scargot que você comeu no jantar.
Quando você sabe que está romanticamente desesperado?
- Quando você tem sonhos romantico-eróticos com um cara que você nem acha tão bonito e gosta.
Quando você sabe que é patético?
- Quando seu eu-do-sonho sabe que é um sonho, mas você está tão excitado que diz a si próprio que não é um sonho, que é real e está acontecendo, e a vida será bonita a partir dali, porque finalmente você encontrou alguém que não é o perfeito ideal que você esperava, mas é real, ele está lá, é um pau, um pau gostoso que vai deixar as outras pessoas com inveja... ok parei.
[Musique: Rebel Prince - Rufus Wainwright]

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Alguém Aí Sabe...

...quanto é uma passagem de trem de Roma a Londres?
Rzrzrz
Há três dias começou a KylieX2008, a mais nova e bombástica empreitada da minha adorada Kylie Minogue! Ontem vi fotos do show de abertura na charmosa Paris, casa do figurinista da turnê: ninguém menos que Jean Paul Gaultier [bEIjos!]. Cara, pense em PHoda! Hoje recebi um newsletter falando sobre a estréia da turnês que conta com nada menos que 10 dançarinos e 4 acrobatas, uma totalmente nova banda [porque Kylie canta tudo ao vivão se voses não sabem ok!] com direito a sessão de metais [AloBierq!!!].
Mas claro que a turnê só está programada [por enquanto] para a Europa. Kylie é a artista que eu não tenho esperança nenhuma de ver por aqui, entãã~~oooooooooooooooooo... considerando que Lucas vai estar na Itália entre 25 de julho e 9 de agosto, repito a primeira pergunta: QUANTO CUSTA UMA PASSAGEM DE TREM DE ROMA A LONDRES?!?!? Porque o ingresso eu já vi e está dentro do meu orçamento [fiquei feliz em saber que apesar de toda a parafernalha estética, Kylie não é tão capitalista quanto à Confeiteira], agora só me falta ir para London City!
Enquanto mexo mels palsitos oliem sóam q coisa lidna de GZUIZ!!!


quinta-feira, 8 de maio de 2008

OOOOOOOOOOOOOOI

Tá confirmado bandigaaaaaaaays!!
MADONNA NO BRASIL ATÉ DEZEMBRO!!!!!!!!!!1
OH GZUIZ MORI!!

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Catfight


"ui madonne vose ta acabade! relasha vamos migrate" "uhg... fuck off mocreiah! you don't have my name!"


É engraçado porque essa briga é velha pra caramba. Na mesma época do lançamento do Confessions On A Dance Floor, Mariah lançou o álbum que a trouxe de volta para os braços da crítica e público [geral, fãs não contam], The Emancipation Of Mimi. Em 2008 Mariah tenta manter seu status de rainha da America com E=MC², enquanto Madge [aparentemente] tenta com Hard Candy o que Mimi fez para Mariah há 3 anos. Antes mesmo do lançamento dos dois álbuns, a guerra já estava declarada na mídia; mesmo que nenhuma das duas oficialmente declarem-se inimigas [com certeza ambas já se acham velhas e estabilizadas demais para essas questões].
Num passado usual eu simplesmente diria "foda-se... é claro que Madonna é melhor," mas hoje as coisas são diferentes, considerando que ambos meu fanatismo pela senhora Ciccone-Ritchie e desgosto por Carey diminuiram. Dias antes de finalmente escutar HC eu estava viciado e adorando a fórmula nonsense de Mariah; e mesmo sem me importar com as bobajadas da mídia sobre as duas, eu mesmo já instalava uma disputa interna sobre qual das duas faria o melhor álbum Urban-driven da temporada.

Por que Mocreiah?
O grande êxito de Mariah Carey para mim esse ano foi conseguir quebrar o gelo que impunha contra ela. Obviamente condenei Touch My Body sem ao menos a ter tentado; mas aí depois eu simplesmente me apaixonei pelo jeito brega de ser que Mariah impõe perfeitamente. O melhor disso é que ela age como se não fosse! Mas essa falta de semancol é uma das marcas mais fortes e saborosas da Black Music americana. Existe coisa mais brega que bling-blings, uniformes de hockey com bonés-de-lado e calça jeans-cachorrona com scarpin? Mas, cara, é o jeito deles! e o fato de eles o abraçarem assim é louvável.
Mariah Carey é uma das personificações disso tudo.
A Rolling Stone diz que ela abraça seus extremos como ninguém: "Ela está sempre quebrando no R&B-hop ou cantando baladas melosas, falando sacanagem ou se abraçando com uma Hello Kitty. Seu décimo álbum não é diferente: começa numa boite e termina numa igreja."
No fundo eu admiro pessoas assim. Quem se importa se ela tem a profundidade de uma bacia? O legal é que é divertido.

Por que Mandonna?
Simplesmente porque nem quando eu decido odiá-la eu consigo. Hard Candy é o melhor exemplo de que as primeiras impressões nem sempre são as melhores. Qualquer Madge-maníaco com [pseudo] inteligência e senso crítico abre logo a boca para gritar que esse álbum é extremamente inferior a qualquer um dos anteriores. Mas basta audições atenciosas a não só as letras, mas especialmente aos arranjos que a prepotência é mais sua que de Madonna.
O que quero dizer é o seguinte: as letras de Hard Candy são ótimas! São todas introspectivas e na maior parte muito bem trabalhadas, mas acima de tudo são despretenciosas. Lendo críticas percebi que a única letra mais politizada do álbum é 4 Minutes, ainda assim sendo muito sutil. Madonna não estar querendo salvar as pessoas do inferno com suas letras é ótimo. Nós fãs, claro, adoramos quando ela diz para nos fodermos e depois fala "put away your past/love will never last/if you're holding on to a dream that's gone"; mas nem todos, na verdade, a maioria das pessoas não dá a mínima para isso.
Em Candy é como se ela se apresentasse para agradar; mas do jeito de Madonna. Ela sabe que a gente vai chupar qualquer coisa que ela coloque em nossa boca mesmo - não por estupidez, mas porque o doce dela é sempre doce! Dessa forma, eu retiro o que disse em minha crítica de que a maior falha de Hard Candy é ter menos Madonna que o usual. Provavelmente essa é a melhor qualidade do álbum, pois como nas posições de Yoga que ela habitualmente faz nas coreografias de seus shows, ela mostra o quanto é flexível. Apesar de ter Timbal, Justin e Pharrell muito forte em Hard Candy, todos eles estão ali para e por Madonna.


Doce X Física
Qual dos dois você escolheria? Eu sei bem qual eu escolheria sem pestanejar. Contudo no caso desse doce e dessa aula de física, não fica tão fácil.
E=MC² é um típico exemplar de seu estilo, enquanto Hard Candy é uma fusão inovadora das batidas do Urban Pop com as eleutrias do Dance. Tente escutar as músicas do novo álbum da Material Girl com minúcia e você vai ouvir uma série de detalhes quase psicodélicos. Por isso então eu fico com a resposta óbvia e escolho Doce. Como ela mesma disse, é um doce difícil de morder, mas hora ou outra você acaba engolindo e gostando.


Conclusão
No fim da história, os dois álbuns são provas cabais de que sem preconceito você vai longe. O de Mariah tem a qualidade de abrir portas para o R&B, por sua despretensão diante de sua importância, ou falta de importância. Nem A Emancipação nem essa paródia de Einstein são álbuns que serão lembrados por mais que sua importância comercial devido à sapiência de se dar o que se está querendo [Mariah tem sido muito melhor nisso que Madonna, factum], mas há qualidade por trás da Billboard? Hell yeh! E Mariah tá no meio.
Quanto a Madonna, talvez o melhor de Hard Candy é que não há nenhuma reinvenção bombástica nele. Confessions tinha a massificação mundial do Euro-pop, mas por ela ter escolhido de alguma forma dividir seu holofote com vários outros, talvez essa seja a melhor [auto] reinvenção, afinal, dividir seu momentum com outrem não é o que Madonna costuma fazer. Em Candy ela faz isso, tão bem que no fim do dia é ELA que você não consegue tirar da cabeça.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Finally!! Finally!! Finally!!


E arrasando as ondas electro-pop e as passarelas de moda do Verão Nortista e do Inverno Sulista: Annie!
Me apaixonei por ela mais ou menos dois anos atraz, quando me toquei que seu álbum era um peça de simples e puro prazer, ignorando os haters que pensam que é preciso uma voz para cantar [e vocês sabem o que eu quero dizer!]. E no momento em que comecei a sentir mais falta dela, descubro que ela está voltando!
I Know UR Girlfriend Hates Me é uma adorável canção Pop, que deveria ser ignorada se cantada por [digamos] Britney Spears, Gwen Stefani ou até mesmo Shakira. Elas provavelmente dariam à canção uma qualidade de puta, mas é bem a persona quase invisível de Annie que faz suas músicas tão atraentes. É como se você tentasse imaginar qualquer outra cantando suas canções, mas ninguém mais que Annie passasse por sua mente.
E pra superar tudo, que porra é esse vídeo?!?! Um revival de Os Guarda-Chuvas Do Amor? Tipo, essas combinações de cenário/figurino são geniais! Quando a parte amarela passou eu caí da cadeira e quis chorar com tamanha perfeição!
É uma pena que ela não seja mais conhecida, mas também não é! Um status de celebridade provavelmente a tornaria menos rara e preciosa.

[Musique: Me Plus One - Annie]

terça-feira, 22 de abril de 2008

Doce Casual

Ainda na onda do álbum anterior de Madonna, vou destilar algumas confissões sobre o novo álbum dela. Confissão #1: estava disposto a odiar o Hard Candy desde o começo. Sim, isso é péssimo – mas como Hip Hop não é minha colher de chá, decidi de antemão que chochar Hard Candy seria meu objetivo. Confissão #2: no fim das contas, não vejo porquê.
Sou fã de Madonna há alguns anos, mas não estou fadado a adorar tudo que ela faz. Hard Candy, por exemplo, tem uma falha que nunca deveria estar presente num álbum de Madonna: a falta de Madonna. A deusa da música Pop sempre trabalhou com produtores underground; obviamente ela não (re)inventava rodas a cada trabalho, mas o fato de ela estar lançando o produtor fazia com que o trabalho inconscientemente tivesse a alma dela.
Para “Candy” Madonna escolheu The Neptunes, Timbaland e colaborações de Justin Timberlake e Kanye West. Todos esses caras estão/são ultramegahypados e têm egos do mesmo tamanho do dela. Então, quando se escuta “Candy” você vê muito mais Timbal e Pharrell trabalhando, do que Madonna. Muitas vezes, soa como se Madonna estivesse dando uma de Rihanna/Beyoncé/Fergie, sendo que ELA é a inventora dessas Pop-piranhas.
Contudo, quando se pára de pensar nesses quesitos intelectualóides e pseudo-críticos, o álbum é recheado de obras-primas das batidas. Candy Shop é uma deliciosa abertura, com uma ousadia digna de Missy Elliot. E enquanto outras canções como Give It 2 Me (suposto novo single) e Dance 2night são daquelas que, com certeza, bombarão as pistas mundo afora, há também preciosidades como Heartbeat e Miles Away, que são cantadas com uma verve que não se esperava da quase-cinquentona num momento “frio” da carreira.
Meu aspecto favorito das canções são as reviravoltas. Na maior parte delas há momentos em que tudo muda e se tem uma nova música concluindo a faixa. A melhor neste quesito, com certeza, é Incredible. A canção divide opiniões, mas é a que define melhor o álbum. Assim como "Incredible", Hard Candy tem momentos de tirar o fôlego - como orgasmos numa noite de sexo selvagem (“sex with you is incredible!”) com alguém que após terminar tudo, levanta e vai embora... não com alguém que você conhece há anos. Mas, como ela diz na melhor faixa do álbum, Beat Goes On: “não estou te contando nada novo, não há tempo a perder, então está na hora de celebrar.”
[Musique: Incredible - Madonna]

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Baque

“A morte não é tudo. Não é o final. Eu apenas passei para a sala seguinte. Nada aconteceu. Tudo permanece exatamente como foi. Eu sou eu, você é você, e a antiga vida que vivemos tão maravilhosamente juntos permanece intocada, imutável. O que quer que tenhamos sido um para o outro, ainda somos. Chame-me pelo antigo apelido familiar. Fale de mim da maneira que sempre fez. Não mude o tom. Não use nenhum ar solene ou de dor. Ria como sempre fizemos das piadas que desfrutamos juntos. Brinque, sorria, pense em mim, reze por mim. Deixe que o meu nome seja uma palavra comum em casa, como foi. Faça com que seja falado sem esforço, sem fantasma ou sombra. A vida continua a ter o significado que sempre teve. Existe uma continuidade absoluta e inquebrável. O que é esta morte senão um acidente desprezível? Porque ficarei esquecido se estiver fora do alcance da visão? Estou simplesmente à sua espera, como num intervalo, bem próximo, na outra esquina. Está tudo bem!”
Esse foi o texto que Ana Carolina Oliveira, mãe da menina Isabella, pôs em seu Orkut hoje, dia em que ela completaria 6 anos, se não houvesse sido brutalmente assassinada no dia 29 de março.
A imprensa está fazendo um barulhão em cima do caso, o que é digno por um lado. Mas Lucas ainda não é da imprensa e resta a ele só pensar em tudo como ser humano. Mas analisar o que? Eu não penso mais investigativamente sobre essa história, a polícia e os jornalistas já o fazem. Factum: a morte de Isabella tem sido para mim como a morte de Heath Ledger no começo do ano. Não só morreu uma pessoa, mas uma criança e todas os milhares de caminhos e possibilidades que com ela estavam implicadas.
Considerando o mundo inteiro como uma rede, Isabella podia ser ao mesmo tempo uma adulta como várias outras, que passam pela vida sem tocarem os outros de maneira global, como justamente o contrário. Quem sabe ela seria uma grande ativista da paz? Ou até mesmo uma terrorista? Ou uma estrela de cinema?
Toda a árvore de decisão vital dela foi cortada antes que suas raízes se aprofundassem ainda mais e seus galhos se espalhassem pela paisagem. Eu como homem que acredito no homem não posso deixar de me abalar, me emocionar e me indignar com isso.
Contudo, esse texto postado pela mãe é simples e os mais cínicos podem até chamá-lo de piegas; mas ele é super oportuno e, talvez, o pensamento por trás dele seja o melhor lenitivo para a angústia que a morte abrupta e sem motivos tem causado. De uma certa forma, Isabella fez bastante por sua família e as pessoas que a conheceram, e agora está fazendo pelo país. Desta forma, as possibilidades dela não foram tão violentamente serradas.
Feliz aniversário e descanse em paz, Isabella.

quinta-feira, 17 de abril de 2008